Meus dedos frios que congelam a minha face, meu medo que transforma em amargura, todas as minhas doçuras. Ha tempos não enxergo o tamanho da minha solidão, que de tão incerta, não me diz nada. Sei tão pouco sobre mim, que não sei as fontes do meu desespero e angústia. Queria não poder encontrar a menor saída, mas a melhor, que me mantém sóbrio e apto a levantar as mãos e gritar os meus desejos que de grandiosos e ambiciosos, tornaram-se neutros e substituíveis pelas sombras do meu medo.
o surgimento da incerteza que não me abandona, mas reage às minhas falas e atos. O que fazer? Será mais um período curto nebuloso? Eis que surgirá minha melhor e estreita saída. Nada é tão doce e amoroso quanto a luz dos olhos, sorrisos, falas e alegrias. Anjos que estão perto de mim, me abraçam, me cuidam, me zelam, me acariciam de forma silenciosa e invisível as minhas vistas. Desejo mais do que suas falas doces e carinhosas, quero ver e ter as minhas preces realizadas.
brindarei com amor e humildade, todas as minhas superações.