Sábado, Outubro 29, 2011




Pensando em todos os acontecimentos, que por acaso, vieram a tona como forma de reflexão, vitória... vitória em cima de que? Reflexão do que? Certas palavras, certos movimentos me fazem crer que ainda estou imune de algumas pegadinhas da vida. Ou da vida, ou de mim mesma. Insisto em querer, ter, fazer aquilo que não me condiz. Eis que surge a pergunta: porque continuar a ter certas atitudes, quando o meu potencial, está em alta e pronto para desfrutar de outros meios, desconhecidos, ricos, novos e cheios de esperanças de bons futuros...
Gostaria de não somente me entender, como também evitar alguns constrangimentos comigo mesma, aqueles que me fazem não mais crer no meus próximos passos e escolhas. Não mais imagino que poderei agir de uma forma inesperada, cadê o imprevisível?
Faço-me rir com esses pequenos defeitos, digo, ações que minutos após cometidas, não vejo porque em tê-las cometido. São pequenos pedaços de atitudes que me tornam assim, incerta do que fazer posteriormente. Eis que surge agora, um sentimento de juventude e recomeço. Devo ou não, dar cordas a essa nova versão de meus pensamentos? Aliás, a euforia é sempre passageira, assim como a depressão e as crises de existência. A vida é passageira e tudo que nela se encontra, logo, quais fases ou momentos serão presentes até o fim?

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